• Com um paladar requintado, mas que aprecia também os pratos mais simples, o Gourmet Solitário deambula pelos restaurantes, em zonas populares e outras mais recônditas ou menos bem frequentadas. Em cada uma das histórias deste livro acompanhamos o personagem na degustação de pratos japoneses, que lhe despertam emoções, pensamentos… e nos transmitem, com alguma nostalgia e um prazer profundos, os ambientes de uma cultura e da sua gastronomia.
  • Drama

    14,99
    Callie é a cenógrafa do musical de primavera da sua escola, e está decidida a criar um cenário digno da broadway. Mas com o drama criado após a escolha dos atores tanto no palco como fora dele, o caminho até à noite de estreia promete ser longo!
  • No final da II Grande Guerra, é ordenado aos soldados de uma companhia da infantaria japonesa que morram em honra do seu país ou serão executados no regresso da batalha. "Marcha para a Morte!", baseado em factos reais e na experiência do autor enquanto soldado, relata as consequências devastadoras deste acontecimento para a moral dos soldados. A narrativa poderosa e pungente traduz de forma compassiva as circunstâncias difíceis e caóticas, numa declaração de Mizuki contra a futilidade da guerra e a estupidez da mentalidade militar.
  • Uma história sobre três jovens, Piero, Lucia e Nicola, ilustrada com tons quentes e frios, cores quer vibrantes quer sombrias, cuja alternância traduz as distâncias entre os personagens que habitam este livro: os 5000 Quilómetros que os separam, num espaço e tempo de fugas e reencontros, apenas sugerido. Somos surpreendidos com toda esta luz que nos inunda o olhar e se reflete no prazer de seguir uma narrativa expressionista, ou apenas contemplar as belas aguarelas de um autor essencial. Prémio Melhor Autor – Lucca Comics, 2010 Prémio Melhor Álbum, Fauve d’Or – Festival de BD de Angoulême, 2011 Prémio Micheluzzi, Melhor Banda Desenhada – Comicon 2011
  • Nonnonba

    Nonnonba

    24,99
    Um relato baseado na infância do autor em que a avó (Nonnonba, personagem que dá título ao livro) lhe transmitiu algum do misticismo e temor em relação ao mundo dos espíritos, os yokai (entidades misteriosas e sobrenaturais da tradição medieval japonesa). Os ambientes fantásticos e as ilustrações pueris, valeram a Mizuki a sua reputação como contador de histórias. PRINCIPAIS DISTINÇÕES:
    • 1996: Inauguração da rua Shigeru Mizuki em Sakaiminato, decoradacom estátuas das personagens de Kitaro.
    • 2003 Troféu Especial do Prémio Cultural Osamu Tezuka, pelo conjunto da sua obra.
    • 2007 Fauve d’Or para Melhor Álbum por “NonNonBá”, Festival Internacional de BD de Angoulême, França.
    • 2012 Prémio Eisner para Melhor Edição Americana de Material Internacional – Ásia com “Onward Towards Our Noble Deaths”.
  • Parker 04

    19,99

    Jogo Mortal

    Último livro da aclamada série Parker. Parker é posto à prova contra polícias corruptos e gangsters manhosos depois de um assalto que correu mal. Ele dá consigo encurralado num parque de diversões fechado para o inverno e enredado num mortal jogo do gato e do rato… um jogo que começa lentamente a ser favorável ao rato. Com uma história extra O Sétimo onde Parker regressa para um ajuste de contas.
  • Blankets

    39,99
    História autobiográfica que conta a história da infância de Craig Thompson, do seu primeiro amor e juventude. A narração estabelece uma ligação magistral entre palavras, imagens e silêncios, que nos agarra enquanto lemos e fica connosco depois de pousar o livro. Livro vencedor de três Harvey Awards 2004: Melhor Artista, Melhor Álbum Gráfico de Trabalhos Originais e Melhor Cartoonista; e de dois Eisner Awards: Melhor álbum Gráfico, Melhor Argumentista/Artista. Foi distinguido pelo Festival Amadora BD como Melhor Álbum Estrangeiro, em 2012.
  • Nestas páginas com um estilo introspectivo e intimista, Jiro Taniguchi dá-nos a conhecer O homem que passeia, através das suas deambulações, frequentemente mudas e solitárias, através da cidade onde reside. Uma história que se distancia dos estereótipos habituais do mangá, onde se sucedem pequenas histórias sem diálogo, encontros ocasionais, o prazer da contemplação e de andar sem destino.

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