• Habibi

    39,99
    A história de Dodola e Zam, duas crianças escravas ligadas uma à outra pelo acaso, pelas circunstâncias e pelo amor que cresce entre elas. Seguimo-las enquanto lutam para criar o seu lugar num mundo alimentado pelo medo, luxúria e ganância. Ao mesmo tempo contemporânea e atemporal, Habibi é uma parábola sobre a nossa relação com o mundo natural, a divisão cultural entre o primeiro e o terceiro mundos, a herança comum do Cristianismo e do Islamismo, e, mais poderosamente, a magia de contar histórias.
  • Do Inferno

    39,99
    A história de Jack o Estripador, onde se detalha os eventos que levaram aos assassínios e o posterior encobrimento dos mesmos. O livro combina uma investigação meticulosa com especulação informada e o resultado é uma obra-prima de ficção histórica tão convincente como aterradora.
  • No final da II Grande Guerra, é ordenado aos soldados de uma companhia da infantaria japonesa que morram em honra do seu país ou serão executados no regresso da batalha. "Marcha para a Morte!", baseado em factos reais e na experiência do autor enquanto soldado, relata as consequências devastadoras deste acontecimento para a moral dos soldados. A narrativa poderosa e pungente traduz de forma compassiva as circunstâncias difíceis e caóticas, numa declaração de Mizuki contra a futilidade da guerra e a estupidez da mentalidade militar.
  • Este primeiro volume, de um total de dois, recompila os três primeiros tomos da série: O Quiosque da Utopia, Museu Nacional do Acessório e do Irrelevante e As Ruínas de Babel. A obra mais premiada da BD portuguesa, oferece uma visão de conjunto de uma cidade sem nome, uma mistura da Praga de Kafka, a Nova Iorque de Ben Katchor e a Buenos Aires de Borges. Uma desastrada e inepta banda de músicos, de intenções vagamente jazzísticas e resultados puramente caóticos, ensaia regularmente na cave de uma alfaiataria. Os seus membros são Sebastian Zorn (saxofone tenor), Idálio Alzheimer (piano), Ignacio Kagel (contrabaixo) e Anatole Kopek (bateria). Apesar de ensaiarem há três décadas, nunca conseguiram actuar ao vivo. As aventuras destes músicos desprovidos de talento servem ao autor de pretexto para nos introduzir num mundo repleto de personagens entregues a ocupações improváveis e preocupações inverosímeis, formando um puzzle repleto de humor e melancolia que põe em evidência a notável capacidade de José Carlos Fernandes para retratar o quotidiano.
  • Nestas páginas com um estilo introspectivo e intimista, Jiro Taniguchi dá-nos a conhecer O homem que passeia, através das suas deambulações, frequentemente mudas e solitárias, através da cidade onde reside. Uma história que se distancia dos estereótipos habituais do mangá, onde se sucedem pequenas histórias sem diálogo, encontros ocasionais, o prazer da contemplação e de andar sem destino.
  • Este segundo volume, recompila os três últimos tomos da série: A Grande Enciclopédia do Conhecimento Obsoleto, O Depósito de Refugos Postais e Os Arquivos do Prodigioso e do Paranormal. Mais de dez anos passados, os painéis de duas páginas permanecem frescos e brilhantes. Mas José Carlos Fernandes fez mais do que uma óptima BD. Afirmou-se como uma figura intelectual e artística importante. Despretensiosamente e com um sorriso no canto dos lábios, provoca-nos e põe-nos a reflectir com muita seriedade sobre temas centrais da cultura e sociedade contemporâneas. Assumindo com total honestidade as suas influências literárias e de outros âmbitos, e com um formalismo linguístico revelador de uma utopia onírica, o autor conta com originalidade retalhos da vida, emoções, pequenas revelações, debatendo-se com a grande muralha do mistério que nos rodeia. E poesia em tons quentes, após o expediente burocrático.
  • Blankets

    39,99
    História autobiográfica que conta a história da infância de Craig Thompson, do seu primeiro amor e juventude. A narração estabelece uma ligação magistral entre palavras, imagens e silêncios, que nos agarra enquanto lemos e fica connosco depois de pousar o livro. Livro vencedor de três Harvey Awards 2004: Melhor Artista, Melhor Álbum Gráfico de Trabalhos Originais e Melhor Cartoonista; e de dois Eisner Awards: Melhor álbum Gráfico, Melhor Argumentista/Artista. Foi distinguido pelo Festival Amadora BD como Melhor Álbum Estrangeiro, em 2012.
  • Shenzhen

    22,00

    Uma viagem à China

    Em Shenzhen Guy Delisle tenta compreender os costumes de uma sociedade, durante o curto período de tempo em que trabalha na cidade e limitado à pequena área que lhe é permitido visitar. A sua observação perspicaz e divertida expõe os dias monótonos, as dificuldades causada pela barragem da língua e choque de culturas, através de ilustrações detalhadas e cheias de charme, a que um jogo de luzes e sombras acrescenta significados.

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