Graphic Novel: Os nossos Títulos

O que são graphic novels?

Graphic novels são livros escritos e ilustrados à maneira de banda desenhada norte-americana (comic). A história é contada por meio de uma combinação de palavras e imagens numa sequência que abarca toda a página. As graphic novels podem pertencer a qualquer género literário, assemelham-se a romances curtos no tocante à extensão e ao desenvolvimento da narrativa, e podem contar qualquer tipo de história, tal como as suas homólogas em prosa.

As graphic novels são adequadas para os jovens?

As graphic novels exercem uma forte atração sobre as crianças e motivam-nas a ler, promovendo a literacia. Bibliotecários escolares e educadores têm relatado um sucesso notável nos seus esforços para levar as crianças a ler utilizando graphic novels.

Ao mesmo tempo, as graphic novels com estruturas narrativas e enredos ricos e complexos também podem ser satisfatórias para leitores avançados. Na verdade, as graphic novels são tão flexíveis que muitas vezes os mesmos títulos são igualmente apelativos tanto para leitores relutantes como para leitores avançados. Fornecer materiais de leitura diversificados a jovens com diferentes capacidades de leitura, incluindo graphic novels, pode ajudá-los a tornarem-se leitores para o resto da vida.

Ler graphic novels pode ajudar a desenvolver as capacidades críticas necessárias para abordar obras mais desafiadoras, incluindo os clássicos.

  • Este segundo volume, recompila os três últimos tomos da série: A Grande Enciclopédia do Conhecimento Obsoleto, O Depósito de Refugos Postais e Os Arquivos do Prodigioso e do Paranormal. Mais de dez anos passados, os painéis de duas páginas permanecem frescos e brilhantes. Mas José Carlos Fernandes fez mais do que uma óptima BD. Afirmou-se como uma figura intelectual e artística importante. Despretensiosamente e com um sorriso no canto dos lábios, provoca-nos e põe-nos a reflectir com muita seriedade sobre temas centrais da cultura e sociedade contemporâneas. Assumindo com total honestidade as suas influências literárias e de outros âmbitos, e com um formalismo linguístico revelador de uma utopia onírica, o autor conta com originalidade retalhos da vida, emoções, pequenas revelações, debatendo-se com a grande muralha do mistério que nos rodeia. E poesia em tons quentes, após o expediente burocrático.
  • Este primeiro volume, de um total de dois, recompila os três primeiros tomos da série: O Quiosque da Utopia, Museu Nacional do Acessório e do Irrelevante e As Ruínas de Babel. A obra mais premiada da BD portuguesa, oferece uma visão de conjunto de uma cidade sem nome, uma mistura da Praga de Kafka, a Nova Iorque de Ben Katchor e a Buenos Aires de Borges. Uma desastrada e inepta banda de músicos, de intenções vagamente jazzísticas e resultados puramente caóticos, ensaia regularmente na cave de uma alfaiataria. Os seus membros são Sebastian Zorn (saxofone tenor), Idálio Alzheimer (piano), Ignacio Kagel (contrabaixo) e Anatole Kopek (bateria). Apesar de ensaiarem há três décadas, nunca conseguiram actuar ao vivo. As aventuras destes músicos desprovidos de talento servem ao autor de pretexto para nos introduzir num mundo repleto de personagens entregues a ocupações improváveis e preocupações inverosímeis, formando um puzzle repleto de humor e melancolia que põe em evidência a notável capacidade de José Carlos Fernandes para retratar o quotidiano.

Últimos lançamentos

  • Irmãs

    14,99
    Uma história real sobre crescer… com uma irmã. Com o seu humor e encanto habituais, Raina conta-nos a história da sua relação com Amara, a irmã mais nova. Uma relação turbulenta, que vamos conhecendo pouco a pouco, durante uma longa viagem de carro desde a Califórnia, onde vivem, até ao Colorado, para uma reunião familiar.
  • Shenzhen

    22,00

    Uma viagem à China

    Em Shenzhen Guy Delisle tenta compreender os costumes de uma sociedade, durante o curto período de tempo em que trabalha na cidade e limitado à pequena área que lhe é permitido visitar. A sua observação perspicaz e divertida expõe os dias monótonos, as dificuldades causada pela barragem da língua e choque de culturas, através de ilustrações detalhadas e cheias de charme, a que um jogo de luzes e sombras acrescenta significados.
  • A Agência de Viagens Lemming foi editado em tiras semanais no suplemento de férias do Diário de Notícias em 2005, as histórias foram agrupadas em duas secções: Dez mil horas de jet lag e O síndrome da classe turística. Quem aprecia A Pior Banda do Mundo vai encontrar aqui múltiplos pontos de contacto, mas A Agência de Viagens Lemming tem uma caraterística única na obra de JCF: mantendo uma linha condutora, alterna ritmos narrativos, mistura o apontamento curto com a história mais prolongada, e em dois ou três casos, afasta-se do remoque malicioso, que é a sua imagem de marca.
  • Esgotado

    Sorri

    14,99
    Raina só quer ser uma aluna normal do sexto ano. Mas uma noite, depois dos Escuteiros, ela tropeça e cai, ferindo gravemente os dois dentes da frente. O que se segue é uma longa e frustrante jornada, umas alturas com aparelho e outras sem ele, cirurgia, um embaraçoso aparelho externo nos dentes, e até uma prótese com dentes falsos. E para além disto tudo, ainda há mais coisas com que lidar: um tremor de terra enorme, confusão por causa de rapazes e amigos que afinal revelam que não são assim tão amigos. A história da Raina leva-nos desde o sexto ano à secundária, onde ela descobre a sua voz artística, descobre o que realmente significa a amizade e onde ela finalmente… sorri.
  • Um relato esclarecedor e perspicaz sobre a Birmânia, no momento da passagem do autor pelo país, como acompanhante da sua mulher, numa comissão dos Médicos do Mundo. Autorretrato genial cativante e bem-humorado de um país e das pessoas que conhece durante esta estadia. Autor de Pyongyang, Shenzen e Jerusalém (Melhor Álbum do Festival de Banda Desenhada de Angoulême, 2012).
  • Pyongyang é quase uma fotorreportagem da estadia do autor na Coreia do Norte, enquanto colaborador do Estúdio de Animação SEK (Scientific Educational Korea). As histórias, ilustradas de forma simples mas bastante pormenorizada, apresentam com ironia e bom humor os paradoxos de uma sociedade em negação.
  • Século

    Uma história épica que se desenvolve em três capítulos – 1910, 1969 e 2009, tendo início logo após o terceiro volume de A Liga de Cavalheiros Extraordinários. Às personagens de Allan Quatermain, Capitão Nemo, Mina Harker, juntam-se outras provenientes de livros de autores como W. Somerset Maugham e Iain Sinclair. Cada capítulo de Século é acompanhado por um episódio de Os Sicários da Lua, escrito em estilo de ficção ciêntífica dos anos 60, onde Alan Moore, adopta o pseudónimo de John Thomas.
  • Habibi

    39,99
    A história de Dodola e Zam, duas crianças escravas ligadas uma à outra pelo acaso, pelas circunstâncias e pelo amor que cresce entre elas. Seguimo-las enquanto lutam para criar o seu lugar num mundo alimentado pelo medo, luxúria e ganância. Ao mesmo tempo contemporânea e atemporal, Habibi é uma parábola sobre a nossa relação com o mundo natural, a divisão cultural entre o primeiro e o terceiro mundos, a herança comum do Cristianismo e do Islamismo, e, mais poderosamente, a magia de contar histórias.

Não há plugins para instalar ou ativar. <a href=" %1$s"title="Voltar para o Painel">Voltar para o Painel</a>

Go to Top