Graphic Novel: Os nossos Títulos

O que são graphic novels?

Graphic novels são livros escritos e ilustrados à maneira de banda desenhada norte-americana (comic). A história é contada por meio de uma combinação de palavras e imagens numa sequência que abarca toda a página. As graphic novels podem pertencer a qualquer género literário, assemelham-se a romances curtos no tocante à extensão e ao desenvolvimento da narrativa, e podem contar qualquer tipo de história, tal como as suas homólogas em prosa.

As graphic novels são adequadas para os jovens?

As graphic novels exercem uma forte atração sobre as crianças e motivam-nas a ler, promovendo a literacia. Bibliotecários escolares e educadores têm relatado um sucesso notável nos seus esforços para levar as crianças a ler utilizando graphic novels.

Ao mesmo tempo, as graphic novels com estruturas narrativas e enredos ricos e complexos também podem ser satisfatórias para leitores avançados. Na verdade, as graphic novels são tão flexíveis que muitas vezes os mesmos títulos são igualmente apelativos tanto para leitores relutantes como para leitores avançados. Fornecer materiais de leitura diversificados a jovens com diferentes capacidades de leitura, incluindo graphic novels, pode ajudá-los a tornarem-se leitores para o resto da vida.

Ler graphic novels pode ajudar a desenvolver as capacidades críticas necessárias para abordar obras mais desafiadoras, incluindo os clássicos.

  • Sunny 2

    20,00
    Na casa de Acolhimento Hoshinoko, um grupo heterogéneo de crianças enfrenta as inseguranças inerentes ao crescimento e ao facto de serem abandonadas ou órfãs. A sua via de escape é a imaginação e Sunny, um carro velho que não funciona, mas consegue transportá-los para longe ou simplesmente proporcionar refúgio das dificuldades do dia a dia. Prémio Shogakukan para Melhor Manga, 2016.Prémio de Excelência do Media Arts Festival, 2016.
  • Irmãs

    14,99
    Uma história real sobre crescer… com uma irmã. Com o seu humor e encanto habituais, Raina conta-nos a história da sua relação com Amara, a irmã mais nova. Uma relação turbulenta, que vamos conhecendo pouco a pouco, durante uma longa viagem de carro desde a Califórnia, onde vivem, até ao Colorado, para uma reunião familiar.
  • A Agência de Viagens Lemming foi editado em tiras semanais no suplemento de férias do Diário de Notícias em 2005, as histórias foram agrupadas em duas secções: Dez mil horas de jet lag e O síndrome da classe turística. Quem aprecia A Pior Banda do Mundo vai encontrar aqui múltiplos pontos de contacto, mas A Agência de Viagens Lemming tem uma caraterística única na obra de JCF: mantendo uma linha condutora, alterna ritmos narrativos, mistura o apontamento curto com a história mais prolongada, e em dois ou três casos, afasta-se do remoque malicioso, que é a sua imagem de marca.
  • Século

    Uma história épica que se desenvolve em três capítulos – 1910, 1969 e 2009, tendo início logo após o terceiro volume de A Liga de Cavalheiros Extraordinários. Às personagens de Allan Quatermain, Capitão Nemo, Mina Harker, juntam-se outras provenientes de livros de autores como W. Somerset Maugham e Iain Sinclair. Cada capítulo de Século é acompanhado por um episódio de Os Sicários da Lua, escrito em estilo de ficção ciêntífica dos anos 60, onde Alan Moore, adopta o pseudónimo de John Thomas.

Últimos lançamentos

  • Shenzhen

    22,00

    Uma viagem à China

    Em Shenzhen Guy Delisle tenta compreender os costumes de uma sociedade, durante o curto período de tempo em que trabalha na cidade e limitado à pequena área que lhe é permitido visitar. A sua observação perspicaz e divertida expõe os dias monótonos, as dificuldades causada pela barragem da língua e choque de culturas, através de ilustrações detalhadas e cheias de charme, a que um jogo de luzes e sombras acrescenta significados.
  • Tomie 02

    22,00

    Tomie, reconhecida pelos longos cabelos e pela marca de beleza logo abaixo do olho esquerdo, desperta a paixão de todos os homens com quem se cruza. Os seus amantes são levados à loucura pelo amor não correspondido até acabarem por a assassinar em circunstâncias atrozes...

    Tomie é o primeiro grande sucesso de Junji Ito adaptado ao cinema em 2011, com realização de Noboru Iguchi.

  • Drama

    14,99
    Callie é a cenógrafa do musical de primavera da sua escola, e está decidida a criar um cenário digno da broadway. Mas com o drama criado após a escolha dos atores tanto no palco como fora dele, o caminho até à noite de estreia promete ser longo!
  • Este primeiro volume, de um total de dois, recompila os três primeiros tomos da série: O Quiosque da Utopia, Museu Nacional do Acessório e do Irrelevante e As Ruínas de Babel. A obra mais premiada da BD portuguesa, oferece uma visão de conjunto de uma cidade sem nome, uma mistura da Praga de Kafka, a Nova Iorque de Ben Katchor e a Buenos Aires de Borges. Uma desastrada e inepta banda de músicos, de intenções vagamente jazzísticas e resultados puramente caóticos, ensaia regularmente na cave de uma alfaiataria. Os seus membros são Sebastian Zorn (saxofone tenor), Idálio Alzheimer (piano), Ignacio Kagel (contrabaixo) e Anatole Kopek (bateria). Apesar de ensaiarem há três décadas, nunca conseguiram actuar ao vivo. As aventuras destes músicos desprovidos de talento servem ao autor de pretexto para nos introduzir num mundo repleto de personagens entregues a ocupações improváveis e preocupações inverosímeis, formando um puzzle repleto de humor e melancolia que põe em evidência a notável capacidade de José Carlos Fernandes para retratar o quotidiano.
  • Nonnonba

    24,99
    Um relato baseado na infância do autor em que a avó (Nonnonba, personagem que dá título ao livro) lhe transmitiu algum do misticismo e temor em relação ao mundo dos espíritos, os yokai (entidades misteriosas e sobrenaturais da tradição medieval japonesa). Os ambientes fantásticos e as ilustrações pueris, valeram a Mizuki a sua reputação como contador de histórias. PRINCIPAIS DISTINÇÕES:
    • 1996: Inauguração da rua Shigeru Mizuki em Sakaiminato, decoradacom estátuas das personagens de Kitaro.
    • 2003 Troféu Especial do Prémio Cultural Osamu Tezuka, pelo conjunto da sua obra.
    • 2007 Fauve d’Or para Melhor Álbum por “NonNonBá”, Festival Internacional de BD de Angoulême, França.
    • 2012 Prémio Eisner para Melhor Edição Americana de Material Internacional – Ásia com “Onward Towards Our Noble Deaths”.
  • Sunny 3

    20,00
    Na casa de Acolhimento Hoshinoko, um grupo heterogéneo de crianças enfrenta as inseguranças inerentes ao crescimento e ao facto de serem abandonadas ou órfãs. A sua via de escape é a imaginação e Sunny, um carro velho que não funciona, mas consegue transportá-los para longe ou simplesmente proporcionar refúgio das dificuldades do dia a dia.
  • Um relato esclarecedor e perspicaz sobre a Birmânia, no momento da passagem do autor pelo país, como acompanhante da sua mulher, numa comissão dos Médicos do Mundo. Autorretrato genial cativante e bem-humorado de um país e das pessoas que conhece durante esta estadia. Autor de Pyongyang, Shenzen e Jerusalém (Melhor Álbum do Festival de Banda Desenhada de Angoulême, 2012).
  • Pyongyang é quase uma fotorreportagem da estadia do autor na Coreia do Norte, enquanto colaborador do Estúdio de Animação SEK (Scientific Educational Korea). As histórias, ilustradas de forma simples mas bastante pormenorizada, apresentam com ironia e bom humor os paradoxos de uma sociedade em negação.
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